Esse texto é antigo, fiz na época dos fatos relatados, mensalão etc, mas acho ainda muito pertinente e atual.
Pois é, mais uma vez fomos bombardeados pela técnica da negação desenvolvida em alto estilo por nosso “querido” Mapufs.
Parece q Lulissilva fez um curso e foi o melhor aluno nessa escola. Quem diria que o “Lulissilva Paz e Amor” que nos foi vendido junto ao verde da esperança se tornaria algo tão igual, sim, nenhum outro adjetivo cabe tão bem a ele que: igual.
Poderia o mais visionário dos seres imaginar que nosso país seria palco dessa tragédia grega, acho q não, na verdade mesmo os que nunca gostaram do nosso humilde comandante, teria tamanha imaginação pra chegar a esse resultado. Pensar em falta de experiência e capacidade de administração, confesso que preconceituosamente também pensei, só que estamos diante de uma sobra de capacidade, isso mesmo sobra capacidade, capacidade de roubar, de enganar, de esquematizar e a mais latente de todas, a capacidade de negar.
Não existiu mensalão nenhum, isso é folclore, o José Ministreu é inocente, tudo não passa de manobra política pra derrubar esse governo, que tem os melhores índices econômicos dos últimos anos, eles dizem isso e nem ficam constrangidos de se apoiar em algo criado por seus maiores inimigos e criticado por eles, anos a fio.
É meus amigos, chegamos a um estágio de “cara-de-pauzismo” impressionante, imensurável e inacreditável, todos os superlativos cabem a esse time.
Quero só dar os parabéns, afinal o “Time da estrela solitária e vermelha” conseguiu criar uma imagem imaculada, santa quase que “cristiânica”, enquanto comprava companheiros, desviava verbas, “acidentava” os que sabiam e tudo isso sobre uma imagem de “anti-tudo”. Caixa dois é abominável, a corrupção nunca existiu no nosso clero, a verdade, é que quem ministrou o “curso da negativa” pros “Mapufs” e adjacentes foram eles. O “Partido da estrela quase solitária, vermelha cor de madeira, mais especificamente, peroba”.
Parte III
Há 13 anos
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